Atendimento · Lages/SC
Lages é a base de Ana Sophia Rosado. Para as empresas da Serra Catarinense, isso significa presença física, acompanhamento continuado e encontros periódicos dentro da operação.
Consultoria em segurança do trabalho, ergonomia e gerenciamento de riscos para a indústria de base florestal, a metalmecânica e a agroindústria da região.

O Planalto Serrano tem uma economia industrial marcada pela base florestal. Serrarias, fábricas de painéis de madeira e indústrias de papel e celulose convivem com a metalmecânica e com a agroindústria.
São atividades com riscos conhecidos e exigentes: máquinas de corte, ruído, poeira, cargas pesadas e trabalho em turnos. Riscos que pedem atenção constante e uma gestão de segurança que acompanhe a rotina da produção.
O Planalto Serrano tem uma economia industrial marcada pela base florestal.
Serras de fita, serras circulares, plainas e picadores exigem proteções adequadas, procedimentos seguros e treinamento dos operadores, conforme a NR-12.
Em serrarias e indústrias de painéis, o ruído costuma ser constante ao longo do turno. As avaliações ambientais mostram o nível real de exposição e orientam as medidas de controle.
O pó gerado no corte, na usinagem e no lixamento da madeira precisa ser controlado na origem, com captação e organização do ambiente.
Toras, pranchas, chapas e fardos exigem atenção à forma como as cargas são levantadas, transportadas e armazenadas, tanto pela segurança quanto pela ergonomia.
Turnos alternados e noturnos pedem atenção à organização do trabalho, às pausas e à fadiga.
Nas linhas de processamento de alimentos, a combinação de ambientes frios com movimentos repetitivos é um dos pontos centrais da análise ergonômica.
Estando em Lages, a Ana acompanha a implantação das medidas dentro da própria empresa. Ela volta à operação, verifica o que foi feito, ajusta o que precisa e mantém o gerenciamento de riscos atualizado conforme a produção muda.
Para quem já recebeu um documento e ficou sem apoio para colocá-lo em prática, essa proximidade muda tudo. A consultoria deixa de ser um evento isolado e passa a ser um acompanhamento contínuo.
Levantamento e análise dos riscos de serrarias, indústrias de painéis, metalmecânicas e agroindústrias, com inventário de riscos, plano de ação e avaliações ambientais de ruído e poeira.
Avaliação dos postos de trabalho, da movimentação de cargas às linhas de processamento de alimentos, com recomendações que reduzem o esforço e melhoram o fluxo da produção.
Adequação às Normas Regulamentadoras, com atenção especial à NR-12 para máquinas, e apoio técnico continuado com encontros periódicos na empresa.
Capacitação de operadores e lideranças, palestras para SIPAT e treinamentos sobre percepção de riscos e cultura de segurança.
Nas agroindústrias da região, as linhas de processamento combinam ambientes refrigerados, ritmo definido pela linha e movimentos repetitivos com facas, bandejas e embalagens.
É um cenário em que segurança e ergonomia precisam andar juntas: organização das pausas, rodízio de tarefas, altura das bancadas, ferramentas adequadas e proteção contra o frio. A Ana analisa essas situações com o mesmo método, sempre a partir do trabalho real.
A Ana entende a operação, os setores e o que motivou o contato.
Visita à operação, observação das atividades e conversa com a gestão e com os trabalhadores.
Riscos priorizados e medidas compatíveis com a realidade da empresa.
Conforme o contrato, apoio na implantação e revisão das medidas conforme a operação muda.
A partir de Lages, a Ana atende empresas de toda a região serrana. Outras cidades de Santa Catarina são atendidas sob consulta, presencialmente ou a distância.
A partir de Lages, a Ana atende empresas de toda a região serrana.
Sim. Lages é a base da Ana, e o atendimento na região é presencial, com encontros periódicos na empresa e acompanhamento continuado.
Sim. A indústria de base florestal é uma das mais presentes na região, e seus riscos, como máquinas de corte, ruído, poeira e cargas pesadas, fazem parte do trabalho de gerenciamento de riscos e ergonomia da Ana.
Sim. As avaliações ambientais fazem parte do trabalho de gerenciamento de riscos e mostram o nível real de exposição dos trabalhadores, orientando as medidas de controle e dando base ao PGR e ao LTCAT.
Com uma conversa sobre a operação e o que está preocupando a empresa hoje. A partir daí, a Ana agenda o diagnóstico na empresa e indica o melhor caminho.
Converse com a Ana e agende uma visita à sua operação.